Como consome a geração millennial

 

Nova geração trabalha, consome e interage de forma diferente.

 

 

Foco em experiências, autenticidade e valor social. Conexão rápida e informação abundante. É assim que pensam os millennials, a geração de jovens nascidos entre os anos 1980 e 2000. Há, de fato, discordância entre os especialistas quanto ao recorte de idade por conta das divergências comportamentais dentro deste intervalo. Porém, as semelhanças de crenças e vivências não mentem: estamos falando da geração Y.

 

Os millennials estão propensos a viverem as relações interpessoais e profissionais de forma completamente diferente do que os seus antecessores. Por exemplo, um estudo do portal Hotel News Now mostrou que essa faixa demográfica deve ser maioria no perfil de viajantes nos próximos anos pois tem mais facilidade de tirar férias do que a geração anterior. Este é apenas um dos “sintomas” dos novos comportamentos, que envolvem também uma visão diferenciada do mercado de trabalho, buscando mais liberdade e flexibilidade.

 

Uma série de diferentes fatores culminaram nessas linhas gerais de características, mas os especialistas concordam que o principal é o fato da geração Y ser a primeira a ter nascido e crescido junto com a internet. A geração seguinte, dos nascidos a partir dos anos 2000, por exemplo, quando a rede mundial de computadores já estava mais avançada, lidará de forma diferente com esse fator.

 

O rápido acesso não apenas a informações mas também a entretenimento, compras, e negócios através da internet faz com que os millennials tenham o hábito de pesquisar antes de comprar um produto. Diferentemente de seus pais, que podiam fazer uma pesquisa com amigos e familiares, essa geração tem acesso a diversas resenhas e críticas de milhares de usuários da internet pelo mundo antes de cogitar gastar dinheiro em algum produto ou serviço, como um smartphone ou marca de shampoo. Esses jovens escolhem também mais experiências que promovam o compartilhamento e a coletividade, mas sem abrir mão dos respectivos espaços pessoais.

 

Isso também está relacionado à preocupação com o que está por trás de um serviço. A ideia, o conceito, o processo de produção, o valor social e o impacto ambiental são alguns dos fatores que os millennials podem querer compreender melhor antes de escolher investir em algo, de menor valor que seja. Comprar, para esta geração, significa investir.

 

Toda essa consciência social aliada à busca por valores mais concretos tem direcionado os hábitos de consumo para um patamar em que se valoriza o uso de algo, e não mais necessariamente a posse. Esse conceito se aplica, na prática, em dois elementos antes tidos como expoentes da independência: carros e apartamentos.

 

CO-HAUT: Entenda mais sobre a nova experiência de moradia.

Se, antes, tirar a carteira de motorista e ter um carro representava “autonomia” e “liberdade”, os novos jovens perceberam que ser livre pode ser usufruir dos serviços de carros particulares, mais práticos e sem os custos e responsabilidades de usar um carro próprio. O mesmo vale para a forma como os millennials passaram a enxergar a moradia: não se busca mais “a casa própria”, mas formas de se mudar com maior flexibilidade dentro de uma cidade, estado ou até mesmo país.

 

Esse formato de habitação livre e moderna tem mudado gradualmente através dos anos para se livrar dos moldes mais tradicionais de habitação. Pensando nisso, surgiram modelos como o CO-HAUT, empreendimento da HAUT no Recife, que consiste em apartamentos compactos de alto padrão com áreas de convivência pensadas para potencializar essas experiências de compartilhamento e flexibilidade da melhor forma.

 

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